Política Nacional

2010, ano eleitoral: uma análise filosófica do cenário político brasileiro

Posted on 12 de junho de 2010. Filed under: Política Nacional |

Em meio a todo descontentamento da sociedade com a política no Brasil, viveremos em 2010 um momento de suma importância para o destino do nosso país: as eleições. Neste ano, destaca-se a eleição presidencial.
É comum presenciar cenas de pessoas falando que só votam por causa da obrigatoriedade. Mas por que grande parte dos cidadãos está alimentando este tipo de pensamento em relação ao voto? No período da Ditadura Militar, quando o voto para presidente ainda não era direto, diversas manifestações conduzidas por diferentes setores da sociedade foram às ruas reivindicar por um substancial direito democrático: o voto direto. Atualmente, o povo brasileiro desfruta desta conquista popular, porém a mesma passa por uma crise de valorização.
Práticas corruptas e antiéticas por parte de políticos têm contribuído essencialmente para que ocorra um descontentamento do povo com a política.
Vinte e um anos depois da primeira eleição pós-ditadura percebe-se que o Brasil herdou feridas preocupantes daqueles tempos obscuros. O empreguismo, o clientelismo, o fisiologismo são exemplos claros. Estes vestígios remetem a classificarmos que a política brasileira está enfrentando um período genericamente chamado coronelismo branco ou neo-coronelismo. Isto por que hoje se repete a mesma prática de tempos atrás: líderes políticos – geralmente em exercício de algum cargo eletivo – utilizam sua alta popularidade para ludibriar a cabeça da população e impor certas idéias de interesse próprio. Tal prática maquiavélica é frequente no cenário vivido no Brasil de hoje, no entanto é maquiada por compensações aproveitadoras da inócua posição das classes mais assoladas por problemas sociais como a fome e o desemprego.
Todas estas questões influenciarão fortemente nas eleições de 2010, que prometem mais uma vez uma disputa plebiscitária pelo Palácio do Planalto e acirrados embates nos estados nas eleições para governador, senador e deputados. No entanto, nem tudo é tão coerente quanto aparenta. Certas alianças entre partidos por muitas vezes parecem mais ser negociadas por conveniências, ou seja, por ambições em vantagens futuras. Logo, a afinidade ideológica tem ficado de lado a cada dia que passa, e o povo cada vez mais confuso e perplexo diante de certos posicionamentos. Está instaurada, portanto, uma crise ideológica dentro dos partidos políticos no Brasil.
Cabe ao povo, então, fazer a diferença, pois este deve ser o verdadeiro detentor do poder, tendo a missão de se impor e provocar com que o governo o tema e faça valer os princípios essenciais para a implantação de uma democracia digna.

Por: Luan Holanda

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O “golpe branco” de Lula

Posted on 9 de janeiro de 2010. Filed under: Notícias Nacionais, Política Nacional | Tags:, , , , |

O Programa Nacional de Direitos Humanos, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final dezembro de 2009, comprou sérias brigas com diversos setores da sociedade. O projeto propõe a criação de 27 novas leis sobre temas variados que estão citados em um decreto com 73 páginas assinado por Lula que se baseia nas diretrizes do plano.
O PNDH toca em temáticas delicadas como a revisão da Lei de Anistia, a flexibilização das leis de reintegração de posse em propriedade privadas, a legalização do aborto e a criação de uma comissão para monitorar o conteúdo editorial das empresas de comunicação.
Em um só programa, o governo federal desagradou a CNBB, o agronegócio, os militares e a imprensa. Lula parece está se aproveitando de sua alta popularidade para querer impor medidas autoritárias que não coadunam com os princípios de um Estado Democrático de Direito. É a mais clara demonstração da sua política de autoritarismo popular.
O líder do DEM na câmara, o deputado Ronaldo Caiado, classificou o decreto como uma espécie de “venezuelização do Brasil”, por se tratar de uma proposta que desrespeita preceitos básicos de liberdade de expressão.

Revisão da Lei de Anistia

Um tema bastante polêmico e crítico do PNDH é a revisão da Lei de Anistia. O texto do programa prevê a criação da “comissão da verdade” que teria o intuito de investigar crimes cometidos durante a ditadura e a revogação de leis feitas durante o período de 1964 a 1985 que sejam consideradas contrárias aos direitos humanos. Porém, o programa não prevê a investigação de excessos cometidos por grupos de esquerda que combateram o regime. Lula prometeu rever esta parte do decreto que instaurou no Brasil uma crise militar, depois que o Ministro da Defesa, Nélson Jobim e os comandantes das três Forças Armadas ameaçaram pedir demissão conjunta ao Presidente da República.

Flexibilização das leis de reintegração de posse em propriedade privadas

Esta proposição do decreto causou enorme insatisfação no setor do agronegócio. A presidente da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária do Brasil, senadora Kátia Abreu (DEM-TO), disse que a proposta é ideológica e preconceituosa contra o agronegócio por prever regras que dificultariam a desocupação de terras invadidas.
O presidente Lula resolveu enfrentar o setor que mais contribuiu para o crescimento do PIB brasileiro nos últimos anos.

Legalização do aborto

As igrejas cristãs no Brasil também manifestaram indignação com o PNDH. O decreto toca em um ponto delicadíssimo: a legalização do aborto.
A CNBB declarou repúdio a essa proposta de lei, que coloca em risco o direito mais básico do ser humano: o direito à vida. Um verdadeiro paradoxo pelo fato desta proposição está contida em um programa de direitos humanos.

A volta da censura

O programa também quer impor insegurança à lei de liberdade de expressão prevista na Constituição Federal de 1988. A criação de uma comissão para monitorar o conteúdo editorial das empresas de comunicação não soou bem na imprensa brasileira que se vê ameaçada com esta proposta do governo federal.
Lula parece que está seguindo o exemplo do seu amigo Hugo Chávez, tentando controlar a imprensa.

CONCLUSÃO

Lula se quer imagina a possibilidade de perder as eleições em 2010. Porém sua candidata não embala e isso deixa Lula inquieto. Essa medida é uma clara represália à liberdade de expressão e à lei da propriedade privada. O presidente parece querer eliminar qualquer adversário que ameace a vitória de sua candidata nas eleições presidenciais.
Pode-se classificar o PNDH também como uma suposta vingança de alguns ministros de Lula aos antigos militares. Paulo Vannuchi, Tarso Genro e, claro, Dilma Rousseff são os “cabeças” do programa. Vale lembrar que os mesmos foram líderes de movimentos de esquerda contra a ditadura e preparam uma vingança aos remanescentes do antigo sistema. Puro interesse.
Com esse decreto o PT põe fim a toda uma história bonita em prol da democratização do Brasil e abre as portas para a implantação de um regime autoritário, obscuramente chamado de “golpe branco”.
Logo, o Brasil, que estava isento da crítica em relação à crise democrática instaurada na América Latina, entra agora de cabeça nesta crise. São os “efeitos Hugo Chávez” se alastrando na América.

Lula comprou briga com o agronegócio, com a CNBB, com os militares e com a imprensa. Mas acima de tudo comprou briga com o povo brasileiro.

Por: Luan Holanda

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Escândalos semelhantes, posturas diferentes

Posted on 21 de dezembro de 2009. Filed under: Política Nacional | Tags:, , |

Mais um caso desencadeador de descrédito na política veio à tona nos últimos dias. O mensalão do Distrito Federal foi, indubitavelmente, o maior escândalo de corrupção do ano de 2009. Ficará marcado nos “clássicos” da corrupção brasileira. A imprensa focou o caso com assiduidade e, instantaneamente provocou indignação da população brasileira já descrente com a política pelo simples fato de escândalos como o atual não ser nenhuma novidade, não pelo mesmo grupo político, mas com o mesmo material, o dinheiro público.
Desrespeito com a população? Sim. Mas quais as feridas deixadas pelo mensalão do Democratas de Brasília, além do sepultamento político de José Roberto Arruda? Arruda foi apontado pela Polícia Federal como o chefe da quadrilha que tinha como principal intuito desviar verbas públicas, logo, teve seu nome esculachado nas esquinas pelo Brasil afora e, principalmente, no Distrito Federal. Vale salientar, que Arruda já é reincidente em escândalos do tipo. No ano de 2001, ainda exercendo o mandato de senador e ocupando a liderança do governo no Senado, envolveu-se, juntamente com o então senador Antônio Carlos Magalhães (PFL), na violação do painel eletrônico do Senado Federal, utilizado na votação que cassou o mandato do ex-senador Luís Estêvão (PMDB). Arruda foi “perdoado” pelo povo e eleito em 2006 para o cargo de governador do Distrito Federal, numa chapa puro sangue encabeçada por ele próprio e pelo seu vice Paulo Otávio, que era até então senador.
A maior ferida moral que o caso Arruda pudesse deixar para a política, sobretudo para o seu ex-partido, era manchar os planos políticos do DEM a âmbito nacional. Tentou-se de forma descarada que essa ferida se alastrasse pelo o DEM nacional, mas o partido deu exemplo de postura perante o caso de corrupção, o qual era encabeçado pelo seu único, repito, único governador do partido. A cúpula nacional do Democratas agiu rápido e pôs na parede o seu único representante de cargo executivo de grande amplitude no país. Deu-se, obviamente, um prazo para que ele se explicasse e armasse sua defesa. Porém, a sua forma de se defender não agradou nem ao partido, nem, muito menos ao povo. A sua expulsão foi articulada pela cúpula nacional do DEM. Porém, José Roberto Arruda, vendo a situação desesperadora que o rondava, preferiu desfliar-se do Democratas, para evitar constrangimentos maiores, e anunciou que não iria disputar as eleições do próximo ano.
Alguns podem vir a argumentar: “mas qualquer agremiação partidária faria isso que o DEM fez!”. Definitivamente, não é bem assim. Vamos aos fatos.
No dia 25 de novembro do corrente ano, o Partido dos Trabalhadores elegeu para presidente nacional o ex-senador sergipano e ex-presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra. A eleição, apesar de possuir seis candidatos, era dada como de “cartas marcadas”, pois o que se viu nos diretórios municipais do partido foi uma obscura orientação para que se votasse em Dutra. Sem contar que o presidente Lula, grão-mestre do PT, apoiava o candidato sergipano. No entanto, o que marcou de fato as últimas eleições internas da sigla foi a volta dos mensaleiros ao comando do PT. Além de José Eduardo Dutra, a chapa eleita contava com oito petistas denunciados pelo mensalão, entre eles o ex-ministro José Dirceu e os deputados federais José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou indiretamente a crise do mensalão quando indagado a respeito da composição da chapa vencedora. Na avaliação do presidente, o PT saiu maior da crise.
“O PT hoje está muito maior e muito mais consolidado. Não existe na história da humanidade, na história política do mundo, um partido que, estando no poder, não tenha cometido erros. Aconteceu no mundo inteiro.”, afirmou.

IMPACTOS NAS ELEIÇÕES DE 2010

A grande questão do impacto dos casos de corrupção no voto do brasileiro será perceptível com mais clareza nas eleições do próximo ano. Como os partidos usarão o chamado discurso ético na corrida presidencial de 2010? Fala-se que com o desdobramento do caso do mensalão do Arruda, a oposição perdeu de certa forma um forte argumento, no que se diz respeito à ética. Já o PT pode trazer à tona um discurso centrado em tal tema. Mas será se interessa de fato ao PT trazer esta questão a debate?
O “organizador” dos palanques petistas de 2010 que o diga.

Por: Luan Holanda

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Fator Previdenciário é derrubado na CCJ

Posted on 20 de novembro de 2009. Filed under: Notícias Nacionais, Política Nacional | Tags:, , , , |

Foi aprovado nesta terça-feira, 17/11, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara por unanimidade o projeto de lei que acaba com o fator previdenciário, o qual foi criado em 1999. A discussão sobre o fim do fator previdenciário se deu em plenário lotado de aposentados, que se manifestavam a cada declaração de apoio às suas reivindicações. Representantes de todos os partidos manifestaram apoio ao projeto.
Fator previdenciário, em Previdência Social, é uma equação que resulta em um índice que leva em conta o tempo de contribuição, a idade do segurado e a sua expectativa de vida. Em outras palavras, ele serve para desestimular o contribuinte a se aposentar antes do tempo ideal. Nos termos do parágrafo 11 do artigo 32 do Decreto 3048/99, o fator previdenciário será calculado considerando-se a idade, a expectativa de sobrevida e o tempo de contribuição do segurado a se aposentar. Quanto mais tempo o contribuinte paga a previdência, maior fica o valor da aposentadoria.
O fator previdenciário não traz, de maneira alguma, benefícios ao cidadão, que é obrigado trabalhar com idade avançada arriscando a sua saúde física e mental, para poder obter uma aposentadoria mais digna.
Pela proposta o fator deixaria de ser aplicado quando a soma da idade e do tempo de contribuição do trabalhador alcançar pelo menos 85 para as mulheres e 95 para os homens.
O governo usará o embate do déficit da Previdência Social como argumento para vetar a proposta, além disso os líderes do governo dizem que o assunto só deve entrar na pauta depois da votação dos projetos do pré-sal. Os aposentados, porém, já avisaram que não aceitam essa substituição e ainda pretendem pressionar para que todas as aposentadorias sejam reajustadas com o mesmo índice de correção do salário mínimo.
Com o plenário lotado por aposentados, foi aprovado por unanimidade terça-feira, 17/11, o parecer que trata do Fim do Fator Previdenciário pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados – CCJ. O relator do Projeto de Lei 3299/08, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), finalmente conseguiu mais essa vitória para os aposentados.
O ministro da Previdência Social, o cearense José Pimentel é contra o fim do fator e explica: “…dos 4,6 milhões de benefícios concedidos em 2008, apenas 268,92 mil (6%) tiveram a incidência do fator previdenciário, porque foram aposentadorias por tempo de contribuição. Essa modalidade de aposentadoria representa 15,85% do volume de benefícios pagos. Mas, como são benefícios com valor mais alto, ele corresponde a 28,12% dos custos do sistema previdenciário.”
Ontem, 19/11, o ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou que o governo poderá vetar projeto em tramitação no Congresso que propõe o fim do fator previdenciário como elemento para calcular o valor da aposentadoria. “A linha do governo, dependendo da matéria, será vetá-la quando ela prejudicar as contas públicas.”
O projeto do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovado na CCJ, acaba com o fator previdenciário e retoma a antiga fórmula de cálculo da média das contribuições dos últimos três anos de trabalho. Fórmula injusta para quem é mais pobre, que perde renda no final da vida, e que beneficia os mais ricos, que podem pagar menos no início da vida profissional, mas que tendem a ter salários maiores ao fim da carreira.
O governo defenderá no plenário uma proposta que indica que o trabalhador terá direito à aposentadoria integral quando a soma da idade da pessoa e do tempo de contribuição chegar a 95 anos, no caso dos homens, e a 85, no caso das mulheres. Por esta fórmula, cada ano a mais trabalhado pelo servidor é retirado de sua idade, ou seja, em vez de ele ter que atingir 60 anos de idade e 35 anos de tempo de contribuição, pode ter 59 anos de idade e 36 de contribuição, chegando à mesma soma de 95, por exemplo.
Caso o contribuinte queira se aposentar antes de chegar à soma ideal, será aplicado o atual fator previdenciário normalmente. As regras para a obtenção do pedido de aposentadoria não mudam.
Para o deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), a aprovação do fim do fator previdenciário no Senado colocou a Câmara numa situação delicada politicamente, porque dificilmente algum deputado vai votar contra o projeto. “Se depender desse modesto deputado, a proposta será aprovada”.
Hauly afirmou que a aprovação do fator previdenciário e o consequente ajuste das contas da Previdência fez parte do pacote de medidas que promoveram a estabilidade econômica do Brasil que, segundo ele, é uma das razões de o país estar resistindo em meio à crise econômica internacional.
Para o deputado do PSDB, o relator, deputado Pepe Vargas, que alegou inconstitucionalidade no projeto, está em uma situação política difícil. “O senhor está tentando arrumar uma saída política, mas essa fórmula [o fator 95/85] não me convence”, afirmou.

Por: Luan Holanda

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Voto distrital: uma mudança a favor do povo

Posted on 7 de novembro de 2009. Filed under: Política Nacional | Tags:, , |

As eleições no Brasil são famosas por serem as mais seguras e eficientes do mundo, título que orgulha a população brasileira. Embora o Brasil sendo considerado um país subdesenvolvido, o país tem um sistema de votação de altíssima confiabilidade. É importante frisar este tema, pois o voto em um bem substancial no exercício da democracia, logo deve ser valorizado com muita propriedade pelo cidadão.
No entanto, nos últimos tempos, os brasileiros têm vivido uma preocupante desilusão com a política. Recentes casos de corrupção e de total usurpação do dinheiro público têm contribuído para o desencadeamento de um problema austero, que é falta de perspectiva do cidadão na política que culmina num descontentamento da população com o atual sistema.
Erradicar este problema de uma vez é praticamente impossível, por isso é preciso adotar medidas que possam reaproximar o povo dos políticos e, assim, recuperar aos poucos o real sentido da política. Este conjunto de medidas é o que chamamos de Reforma Política.
Uma das propostas veementemente discutida é a implantação do voto distrital para os cargos de deputado estadual e federal. O voto distrital define-se da seguinte forma: o estado é dividido em distritos eleitorais: regiões com aproximadamente a mesma população, cada distrito elege um deputado e, assim, completam-se as vagas no parlamento e nas assembléias legislativas. Dentro do sistema do voto distrital, a eleição pode ser feita pelo processo de maioria absoluta ou não, ou seja, pode haver vários candidatos no distrito e será eleito o mais votado ou pode-se exigir a maioria absoluta: depois da eleição, os dois mais votados disputam em um segundo turno. Vários partidos políticos no Brasil já demonstraram apoio a implantação do voto distrital, porém o debate em torno deste tema é redusido, por se tratar de uma mudança que acarretaria em uma maior cobrança da população em cima dos políticos, algo temido pela maioria deles.
O sistema de eleição para deputado, atualmente, é o que chamamos de proporcional, por esse sistema, todos os partidos têm direito a serem representados, e é estabelecida uma proporção entre o número de votos recebidos pelo partido e o número de cargos por ele obtidos. Com uma eventual implementação do voto distrital acabaria de vez o sistema proporcional, o qual já ficou comprovadamente ser falho. Uma clássica falha deste método eletivo é o fato de que por muitas vezes o cidadão ajuda a eleger candidatos que defendem uma bandeira totalmente diferente, da que o indivíduo preserva. Isto acontece, pois os votos válidos são computados para as coligações, as quais, convenhamos, por muitas vezes reúnem partidos com ideais paradoxais.
Considerando uma eventual mudança para o voto distrital, as eleições para deputado passariam a ser marjoritárias, assim como as eleições para prefeito, senador, governador e presidente. Outra característica importante do método distrital, reintero, é a aproximação do eleitor ao candidato, o qual passaria a representar a região de onde foi eleito.
Vale ressaltar, que a adesão ao voto distrital seria mais um passo rumo a uma democracia mais complexa e eficiente, uma vez que todos os quato cantos do Brasil seriam melhor representados em tese por políticos que, de fato, conheceriam os problemas que assolam a região de onde fossem eleitos.

Por: Luan Holanda

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Para onde vamos?, por Fernando Henrique Cardoso*

Posted on 1 de novembro de 2009. Filed under: Política Nacional | Tags:, , |

A enxurrada de decisões governamentais esdrúxulas, frases presidenciais aparentemente sem sentido e muita propaganda talvez levem as pessoas de bom senso a se perguntarem: afinal, para onde vamos? Coloco o advérbio “talvez” porque alguns estão de tal modo inebriados com “o maior espetáculo da terra”, de riqueza fácil que beneficia a poucos, que tenho dúvidas. Parece mais confortável fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes. Tornou-se habitual dizer que o governo Lula deu continuidade ao que de bom foi feito pelo governo anterior e ainda por cima melhorou muita coisa. Então, por que e para que questionar os pequenos desvios de conduta ou pequenos arranhões na lei?
Só que cada pequena transgressão, cada desvio, vai se acumulando até desfigurar o original. Como dizia o famoso príncipe tresloucado, nesta loucura há método. Método que provavelmente não advenha do nosso Príncipe, apenas vítima, quem sabe, de apoteose verbal. Mas tudo o que o cerca possui um DNA que, mesmo sem conspiração alguma, pode levar o país, devagarinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade, que pouco têm a ver com nossos ideais democráticos.
É possível escolher ao acaso os exemplos de “pequenos assassinatos”. Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira “nacionalista”, pois se o sistema atual, de concessões, fosse “entreguista” deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública. Por que anunciar quem venceu a concorrência para a compra de aviões militares se o processo de seleção não terminou? Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental em uma companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas? Por que antecipar a campanha eleitoral e, sem qualquer pudor, passear pelo Brasil às custas do Tesouro (tirando dinheiro do seu, do meu, do nosso bolso…) exibindo uma candidata claudicante? Por que, na política externa, esquecer-se de que no Irã há forças democráticas, muçulmanas inclusive, que lutam contra Ahmadinejad e fazer mesuras a quem não se preocupa com a paz ou os direitos humanos?
Pouco a pouco, por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do “autoritarismo popular” vai minando o espírito da democracia constitucional. Essa supõe regras, informação, participação, representação e deliberação consciente. Na contramão disso tudo, vamos regressando a formas políticas do tempo do autoritarismo militar, quando os “projetos de impacto” (alguns dos quais viraram “esqueletos”, quer dizer obras que deixaram penduradas no Tesouro dívidas impagáveis) animavam as empreiteiras e inflavam os corações dos ilusos: “Brasil, ame-o ou deixe-o”. Em pauta, temos a transnordestina, o trem-bala, a Norte-Sul, a transposição do São Francisco e as centenas de pequenas obras do PAC, que, boas algumas, outras nem tanto, jorram aos borbotões no orçamento e minguam pela falta de competência operacional ou por desvios barrados pelo TCU. Não importa: no alarido da publicidade, é como se o povo já fruísse os benefícios: “Minha casa, minha vida”; biodiesel de mamona, redenção da agricultura familiar; etanol para o mundo e, na voragem de novos slogans, pré-sal para todos.
Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo “Brasil potência”. Até mesmo a apologia da bomba atômica como instrumento para que cheguemos ao Conselho de Segurança da ONU – contra a letra expressa da Constituição – vez por outra é defendida por altos funcionários, sem que se pergunte à cidadania qual o melhor rumo para o Brasil. Até porque o presidente já declarou que em matéria de objetivos estratégicos (como a compra dos caças) ele resolve sozinho. Pena que tivesse se esquecido de acrescentar “l’État c’est moi”. Mas não esqueceu de dar as razões que o levaram a tal decisão estratégica: viu que havia piratas na Somália e, portanto, precisamos de aviões de caça para defender “nosso pré-sal”. Está bem, tudo muito lógico.
Pode ser grave, mas, dirão os realistas, o tempo passa e o que fica são os resultados. Entre estes, contudo, há alguns preocupantes. Se há lógica nos despautérios, ela é uma só: a do poder sem limites. Poder presidencial com aplausos do povo, como em toda boa situação autoritária, e poder burocrático-corporativo, sem graça alguma para o povo. Este último tem método. Estado e sindicatos, Estado e movimentos sociais estão cada vez mais fundidos nos altos-fornos do Tesouro. Os partidos estão desmoralizados. Foi no “dedaço” que Lula escolheu a candidata do PT à sucessão, como faziam os presidentes mexicanos nos tempos do predomínio do PRI. Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições, sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são “estrelas novas”. Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam.
Ora dirão (já que falei de estrelas), os fundos de pensão constituem a mola da economia moderna. É certo. Só que os nossos pertencem a funcionários de empresas públicas. Ora, nessas, o PT, que já dominava a representação dos empregados, domina agora a dos empregadores (governo). Com isso, os fundos se tornaram instrumentos de poder político, não propriamente de um partido, mas do segmento sindical-corporativo que o domina. No Brasil, os fundos de pensão não são apenas acionistas – com a liberdade de vender e comprar em bolsas – mas gestores: participam dos blocos de controle ou dos conselhos de empresas privadas ou “privatizadas”. Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados, eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições. Comecei com para onde vamos? Termino dizendo que é mais do que tempo de dar um basta ao continuísmo antes que seja tarde.

*Ex-presidente da República

Artigo publicado no site Zero Hora

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2703129.xml&template=3898.dwt&edition=13422&section=1012

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A lista dos parlamentares processados, por estado

Posted on 31 de outubro de 2009. Filed under: Política Nacional | Tags:, , |

Veja a relação, por bancada estadual, dos congressistas que respondem a algum tipo de processo ou inquérito no STF

ACRE (2)
Deputados

Flaviano Melo (PMDB-AC)
Ação Penal 435 – crime contra o sistema financeiro nacional e peculato

Sérgio Petecão (PMN-AC)
Inquérito 2486 – uso de documento falso, crimes contra ordem tributária e IRPF

ALAGOAS (5)
Deputados

Carlos Alberto Canuto (PMDB-AL)
Inquérito 2758 – corre em segredo de Justiça. Crime contra a liberdade pessoal (ameaça) e crimes eleitorais

Francisco Tenório (PMN-AL)
Inquérito 2622 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral. O procedimento corre em segredo de Justiça

Olavo Calheiros (PMDB-AL)
Inquérito 2426 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético
Inquérito 2695 – crime de competência

Senadores

Fernando Collor (PTB-AL)
Ação Penal 451 – crime contra a ordem tributária/ apropriação indébita previdenciária
Ação Penal 465 – corrupção passiva, peculato, tráfico de influência, corrupção ativa e falsidade ideológica

Renan Calheiros (PMDB-AL)
Inquérito 2593 – investigação penal

AMAZONAS (2)
Deputados

Rebecca Garcia (PP-AM)
Inquérito 2691 – falsidade ideológica

Silas Câmara (PSC-AM)
Inquérito 1695 – investigação penal. A consulta processual do tribunal não oferece mais detalhes sobre a ação. O procedimento corre em segredo de Justiça
Inquérito 2005 – improbidade administrativa/ crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral. Também corre em segredo de Justiça
Inquérito 2626 – “crime contra a família/ contra o estado de filiação”

AMAPÁ (4)
Deputados

Dalva Figueiredo (PT-AP)
Ação Penal 491 – falsidade ideológica e prevaricação
Inquérito 2838 – peculato

Jurandil Santos (PMDB-AP)
Inquérito 2709 – crime contra a Lei de Licitações

Sebastião Bala Rocha (PDT-AP)
Inquérito 2709 – crime da Lei de Licitações
Ação Penal 508 – corrupção passiva, prevaricação e crime da Lei de Licitações

Senador

Gilvam Borges (PMDB-AP)
Inquérito 2674 – crimes contra a honra
Inquérito 2779 – Injúria difamação

BAHIA (9)
Deputados

Fernando de Fabinho (DEM-BA)
Inquérito 2656 – crimes eleitorais (transporte em dia de eleição)
Inquérito2684 – crime de responsabilidade

Geraldo Simões (PT-BA)
Ação Penal 471- captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral
Inquérito 2707 – emprego irregular de verbas públicas.
Inquérito 2759 – crime de responsabilidade.
Inquérito 2719 – responde por crimes de responsabilidade.

João Carlos Bacelar (PR-BA)
Inquérito 2793 – crime de desacato

Joseph Bandeira (PT-BA)
Ação penal 486 – peculato

Maurício Trindade (PR-BA)
Ação Penal 510 – tráfico de influência

Paulo Magalhães (DEM-BA)
Inquérito 2311 – lesões corporais (com parecer da PGR pelo arquivamento)

Roberto Britto (PP-BA)
Ação Penal 512 – Captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Tonha Magalhães (PR-BA)
Inquérito 2677 – crimes da Lei de Licitações
Inquérito 2805 – crimes de responsabilidade – autuada em 23/03/2009

Uldurico Pinto (PMN-BA)
Inquérito 2706 – formação de quadrilha e crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral. O procedimento corre em segredo de Justiça

CEARÁ (6)
Deputados

Aníbal Gomes (PMDB-CE)
Inquérito 1396 – de natureza não informada.
Ação Penal 347 – crime de lavagem ou ocultação de bens.

Arnon Bezerra (PTB-CE)
Inquérito 2733 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral – processo encaminhado para a 27ª Zona Eleitoral do Crato/CE

José Linhares (PP-CE)
Inquérito 2720 – o site da corte descreve o assunto da ação como “investigação penal contra parlamentares”

Léo Alcântara (PR-CE)
Inquérito 2689 – crimes contra o sistema financeiro nacional.

Manoel Salviano (PSDB-CE)
Inquérito 2477 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito

Zé Gerardo (PMDB-CE)
Ação Penal 403 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito (prestação de contas do mandato)
Ação Penal 409 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 434 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2307 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2336 – crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2645 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético (c/ parecer da PGR pela extinção da punição)
Inquérito 2847 – crimes de lavagem ou ocultação de bens
Inquérito 2846 – crimes de lavagem ou ocultação de bens

DISTRITO FEDERAL (5)
Deputados

Alberto Fraga (DEM-DF)
Inquérito 2845 – crime contra a honra

José Edmar (PR-DF)
Ação Penal 507 – crimes contra meio ambiente e patrimônio genético
Ação Penal 511 – crime de injúria
Inquérito 2775 – crime de ameaça, estelionato, formação de quadrilha, concussão, corrupção passiva, abuso de autoridade, lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e parcelamento irregular de solo urbano
Inquérito 2784 – crimes do Sistema Nacional de Armas – reutuado na AP 513
Ação Penal 513 – crime no sistema nacional de armas – autuado em 22/05/2009

Laerte Bessa (PMDB-DF)
Inquérito 2661 – peculato (aguardando recebimento da denúncia)

Magela (PT-DF)
Inquérito 2788 – crimes contra a ordem tributária

Senador

Gim Argello (PTB-DF)
Inquérito 2724 – apropriação indébita, peculato, corrupção passiva e lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores

ESPÍRITO SANTO (2)
Deputados

Camilo Cola (PMDB-ES)
Inquérito 2836 – Captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Sueli Vidigal (PDT-ES)
Inquérito 2780 – Crime da lei de licitações

GOIÁS (8)
Deputados

Luiz Bittencourt (PMDB-GO)
Inquérito 2835 – Peculato

Pedro Wilson (PT-GO)
Inquérito 2781 – crimes eleitorais

Professora Raquel Teixeira (PSDB-GO)
Inquérito 2848 – crimes da Lei de licitações

Roberto Balestra (licenciado) (PP-GO)
Inquérito 2484 – crimes eleitorais.
Está licenciado. É secretário de governo em Goiás.

Sandro Mabel (PR-GO)
Ação Penal 352 (sigilosa) – crime contra a ordem tributária
Inquérito 2291 – crime contra a ordem tributária.

Tatico (PTB-GO)
Inquérito 2700 – uso de documento falso
Inquérito 2012 – crime contra a ordem tributária referente ao imposto de renda; uso de documento falso. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 2114 – crimes contra a ordem tributária
Ação Penal 489 – crime contra a ordem tributária
Ação Penal 516 – apropriação indébita previdenciária – autuado em 23/06/2009
Inquérito 2796 – crimes contra o patrimônio, usurpação de águas. Crimes contra a flora. Crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético

Senadores

Lúcia Vânia (PSDB-GO)
Inquérito 2099 – peculato

Marconi Perillo (PSDB-GO)
Inquérito 2504 – crime da Lei de Licitações
Inquérito 2481 – Concussão, corrupção passiva, prevaricação, tráfico de influência, corrupção ativa e crimes de abuso de autoridade
Inquérito 2751 – investigação penal

MARANHÃO (5)
Deputados

Cléber Verde (PRB-MA)
Ação Penal 497 – crimes praticados contra a administração pública (inserção de dados falsos em sistema de informações)

Clóvis Fecury (DEM-MA)
Inquérito 2058 – crime contra a ordem tributária, por falta de recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
Inquérito 2447 – crime contra o meio ambiente

Zé Vieira (PR-MA)
Inquérito 2841 – crimes de responsabilidade

Roberto Rocha (PSDB-MA)
Inquérito 2693 – documento falso/crimes contra a ordem tributária.

Senador

Edison Lobão Filho (PMDB-MA)
Ação Penal 496 – crime contra as telecomunicações

MINAS GERAIS (12)
Deputados

Ademir Camilo (PDT-MG)
Ação Penal 404 – crime contra a fé pública e falsidade documental

Aelton Freitas (PR-MG)
Ação Penal 341 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito

Bonifácio Andrada (PSDB-MG)
Inquérito 2757 – sonegação de contribuição previdenciária
Inquérito 2662 – apropriação indébita previdenciária (corre em segredo de justiça)
Inquérito 2670 – está sob segredo de Justiça. Sem assunto definido

Edmar Moreira (PR-MG)
Inquérito 2584 – crimes contra o patrimônio/ apropriação indébita previdenciária – plenário recusou a denúncia. Ainda deve seguir para arquivamento, embora acusação ainda possa recorrer.
Inquérito 2797 – crimes contra a ordem tributária. Este procedimento corre em segredo de Justiça

Jairo Ataíde (DEM-MG)
Ação Penal 432 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 450 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação Penal 467 – crime de responsabilidade (com relação à lei de Licitações). Teve os autos baixados à 2ª Vara criminal da Comarca de Montes Claros, mas, em março de 2009, com a reassunção do parlamentar, retornou ao STF e permanece ativa

João Magalhães (PMDB-MG)
Inquérito 2427 – crime contra a Lei de Licitações.

Leonardo Quintão (PMDB-MG)
Inquérito 2792 – crimes eleitorais

Márcio Reinaldo (PP-MG)
Inquérito 2730 – denunciação caluniosa

Mário de Oliveira (PSC-MG)
Inquérito 2727 – estelionato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, crime contra a ordem tributária, crimes de responsabilidade e crime da Lei de Licitações.
inquérito 2139 – crime contra a honra

Vitor Penido (DEM-MG)
Inquéritos 2483 – crime contra a Lei de Licitações
Inquérito 2482 – crime contra a Lei de Licitações

Senadores

Eduardo Azeredo (PSDB-MG)
Inquérito 2280 – peculato e lavagem ou ocultação de bens

Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG)
Inquérito 2628 – apropriação indébita previdenciária, crimes contra a ordem tributária (IRPF)
Inquérito 2634 – apropriação indébita previdenciária, crimes contra a ordem tributária (IRPF)
Inquérito 2800 – apropriação indébita previdenciária, sonegação de contribuição previdenciária

Mato Grosso do Sul (1)
Deputado

Dagoberto Nogueira Filho (PDT-MS)
Inquérito 2809 – apropriação indébita, crime contra o sistema financeiro nacional e crime contra a Lei de Licitações. Corre em segredo de Justiça

MATO GROSSO (4)
Deputados

Carlos Bezerra (PMDB-MT)
Inquérito 2500 – peculato
Inquérito 2755 – peculato, corrupção passiva e ativa

Eliene Lima (PP-MT)
Inquérito 2599 – crimes eleitorais/ uso de documento falso – teve parecer pela condenação e autuação de ação penal, em 26/11/2007
Inquérito 2667 – crimes eleitorais/ uso de documento falso.
Inquérito 2678 – por captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral.
Inquérito 2772 – crimes contra a ordem tributária – (encaminhado ao Tribunal Regional Federal 1º região)

Pedro Henry (PP-MT)
Ação Penal 470 (mensalão) – formação de quadrilha, crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores.

Senador

Jayme Campos (DEM-MT)
Inquérito 2799 – formação de quadrilha ou bando, lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e crime contra a Lei de Licitações
Ação Penal 460 – uso de documento falso
Inquérito 2804 – crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura
Inquérito 2830 – crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura como emprego irregular de verbas ou renda pública.

PARÁ (7)
Deputados

Asdrúbal Bentes (PMDB-PA)
Ação Penal 481 – estelionato, captação ilícita de votos e formação de quadrilha ou bando. É resultado do Inquérito 2197, que em março de 2005, foi instaurado para apurar a troca de votos por laqueaduras de trompas – Redistribuído em 15/09/2009

Jáder Barbalho (PMDB-PA)
Ação Penal 336 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas
Ação Penal 339 – crimes contra o sistema financeiro nacional
Ação Penal 397 – estelionato, formação de quadrilha, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro
Ação Penal 498 – peculato
Ação Penal 398 – peculato. Corre em segredo de Justiça
Ação Penal 374 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas
Inquérito 2051 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral. Corre em segredo de Justiça.
Inquérito 2760 – formação de quadrilha, crime contra o sistema financeiro nacional, lavagem de dinheiro. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 1332 – crime contra a administração pública

Lira Maia (DEM-PA)
Ação Penal 484 – crime de responsabilidade durante gestão em prefeitura. Inquérito 2578 – crime de responsabilidade, durante mandato como prefeito
Ação Penal 517 – crime de responsabilidade, durante mandato de prefeito
Ação Penal 518 – crime de responsabilidade, durante mandato de prefeito
Inquérito 2742 – crime de responsabilidade, durante mandato como prefeito.

Paulo Rocha (PT-PA)
Ação Penal 470 (mensalão) – por formação de quadrilha ou bando, crimes contra a administração pública em geral, crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores

Wladimir Costa (PMDB-PA)
Ação Penal 415 – crimes de imprensa/ crimes contra a honra
Ação penal 474 – crimes de imprensa/ crimes contra a honra
Inquérito 2312 – não tem a natureza informada e corre em sigilo.

Senadores

Flexa Ribeiro (PSDB-PA)
Inquérito 2266 – sem assunto especificado. Corre em segredo de justiça

Mário Couto (PSDB-PA)
Ação Penal 440 – crime eleitoral/ Desobediência às determinações da Justiça Eleitoral
Inquérito 2539 – desobediência às determinações da Justiça Eleitoral

PARAÍBA (5)
Deputados

Armando Abílio (PTB-PB)
Inquérito 2609 – crime contra a administração da justiça/coação
Inquérito 2119 – falsidade ideológica
Inquérito 2692 – improbidade administrativa
Inquérito 2711 – apropriação indébita previdenciária

Rômulo Gouveia (PSDB-PB)
Ação Penal 492 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

Wellington Roberto (PR-PB)
Inquérito 2612 – falsidade ideológica e crimes contra o sistema financeiro nacional

Senadores

Roberto Cavalcanti (PRB-PB)
Inquérito 2817 – corrupção ativa
Inquérito 2818 – documentação falsa e corrupção ativa

Cícero Lucena (PSDB-PB)
Ação Penal 493 – crimes na Lei de Licitações.
Inquérito 2527- crimes na Lei de Licitações.

PERNAMBUCO (3)
Deputados

Armando Monteiro Neto (PTB-PE)
Inquérito 2611 – crimes contra o Sistema Financeiro Nacional

Raul Jungmann (PPS-PE)
Inquérito 2531 – peculato

Silvio Costa (PNM-PE)
Inquérito 2813 – Calúnia

PIAUÍ (4)
Deputados

Ciro Nogueira (PP-PI)
Inquérito 2613 – por crimes eleitorais.

Júlio César (DEM-PI)
Inquérito 2239 – formação de quadrilha ou bando e peculato

Marcelo Castro (PMDB-PI)
Inquérito 2332 – crime contra a honra, injúria

Senador

Mão Santa (PSC-PI)
Inquérito 2449 – peculato
Inquérito 2613 – crimes eleitorais
Inquérito 2849 – crimes contra a administração em geral. Peculato.

PARANÁ (9)
Deputados

Abelardo Lupion (DEM-PR)
Ação Penal 425 – crime eleitoral

Alfredo Kaefer (PSDB-PR)
Inquérito 2833 – crimes eleitorais (captação ilícita de votos)

Alceni Guerra (DEM-PR)
Ação Penal 433 – crime da Lei de Licitações
Ação Penal 436 – crime contra a fé pública/ falsificação de documento público
Ação Penal 451 – crimes da Lei de Licitações, durante mandato como prefeito

Cassio Taniguchi (DEM-PR)
Ação Penal 445 – crimes da Lei de Licitações.
Ação Penal 503 – crimes de responsabilidade, por conta de gestão à frente de prefeitura
Inquérito 1814 – improbidade administrativa.
Inquérito 1957 – crime da Lei de Licitações
Inquérito 2850 – crime da Lei de Licitações
Está licenciado. É secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente do governo do Distrito Federal

Eduardo Sciarra (DEM-PR)
Inquérito 2610 – por captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral. A apuração tramita em segredo de Justiça

Giacobo (PR-PR)
Ação Penal 345 – crime contra a ordem tributária
Ação Penal 395 – calúnia e difamação.
Ação Penal 433 – crime contra a Lei de Licitações
Ação Penal 480 – por apropriação indébita
Inquérito 2712 – crime contra a ordem tributária

Luciano Pizzatto (DEM-PR)
Ação Penal 490 – apropriação indébita previdenciária

Ricardo Barros (PP-PR)
Inquérito 1164 – crimes contra a ordem tributária (sonegação fiscal). Os autos estão sobrestados no STF.

Takayama (PSC-PR)
Inquérito 2652 – peculato, crime contra a ordem tributária e estelionato
Inquérito 2771 – peculato

RIO GRANDE DO NORTE (3)
Deputados

Fábio Faria (PMN-RN)
Inquérito 2454 – crimes eleitorais.

Rogério Marinho (PSB-RN)
Inquérito 2571 – corrupção passiva. O procedimento corre em segredo de Justiça

Senador

Rosalba Ciarlini (DEM-RN)
Inquérito 2646 – Crimes de responsabilidade durante gestão como prefeita

RIO DE JANEIRO (9)
Deputados

Arnaldo Vianna (PDT-RJ)
Inquérito 2826 – crimes de responsabilidade
Inquérito 2827 – crimes de responsabilidade/crimes de lei de licitações

Arolde de Oliveira (DEM-RJ)
Inquérito 2798 – Crimes contra o sistema financeiro nacional, crimes contra a ordem tributária

Cida Diogo (PT-RJ)
Inquérito 2821 – crime de competência por prerrogativa de função

Edson Ezequiel (PMDB-RJ)
Inquérito 2300 – peculato, emprego irregular de verbas públicas e corrupção passiva. O processo corre em segredo de Justiça

Geraldo Pudim (PMDB-RJ)
Inquérito 2601 – crimes eleitorais
Inquérito 2704 – boca de urna.

Leandro Sampaio (PPS-RJ)
Ação Penal 419 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito
Ação Penal 442 – crime contra o meio ambiente e patrimônio genético/ poluição
Inquérito 2596 – crimes contra a ordem tributária (imposto de renda da pessoa física). Este corre em segredo de Justiça.

Nelson Bornier (PMDB-RJ)
Inquérito 2137 – crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2168 – crime contra a lei de Licitações
Inquérito 2177 – crime da lei de licitações
Inquérito 2655 – crimes de responsabilidade, crime contra a Lei de Licitações

Silvio Lopes (PSDB-RJ)
Inquérito 2641 – crimes de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Inquérito 2837 – investigação penal por prerrogativa de função
Inquérito 2855 – crimes na Lei de Licitações

Solange Almeida (PMDB-RJ)
Inquérito 2664 – crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2726 – crime de responsabilidade, atribuídos a gestão como prefeita
Inquérito 2834 – crimes praticado contra a administração pública. Emprego irregular de verbas ou rendas públicas

RONDÔNIA (5)
Deputados

Ernandes Amorim (PTB-RO)
Ação Penal 418– crime contra a Lei de Licitações, durante gestão como prefeito
Ação Penal 487 – crime de responsabilidade
Ação Penal 475 – irregularidades na concessão/permissão/autorização/radiodifusão de serviços
Inquérito 2801 – crimes contra o meio ambiente
Inquérito 2807 – crimes contra o meio ambiente

Lindomar Garçom (PV-RO)
Inquérito 2598 – improbidade administrativa
Inquérito 2753 – crimes eleitorais

Natan Donadon (PMDB-RO)
Ação Penal 396 – peculato e crime contra a Lei de Licitações
Inquérito 2494 – crimes eleitorais.

Senadores

Expedito Júnior (PSDB-RO)
Inquérito 2828 – natureza não informada
Mandato cassado pelo STF na última terça-feira, dia 27 de outubro

Valdir Raupp (PMDB-RO)
Ação Penal 358 – peculato
Inquérito 2027 – crimes contra o sistema financeiro nacional
Inquérito 2442 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral
Ação Penal 383 – crimes contra o sistema financeiro nacional

RORAIMA (6)
Deputados

Francisco Rodrigues (DEM-RR)
Inquérito 2459 – por crimes contra a administração pública em geral
Inquérito 2250 – por crime contra a Lei de Licitações.

Neudo Campos (PP-RR)
Ação Penal 468 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Ação Penal 456 – formação de quadrilha ou bando e peculato.
Ação Penal 453 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 485 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 457 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Ação Penal 459 – crime contra a administração pública. Peculato
Ação Penal 452 – crime contra a administração pública. Peculato.
Ação Penal 468 – formação de quadrilha. Peculato
Ação Penal 500 – crime contra a administração pública. Peculato.
Ação Penal 505 – peculato
Ação Penal 506 – formação de quadrilha ou bando e peculato
Inquérito 2464 – crime contra a administração pública. Peculato.
Inquérito 2489 – crime contra a administração pública. Peculato.
Inquérito 2627 – crime contra a administração pública. Peculato
Inquérito 2647 – crimes de Responsabilidade e contra a Lei de Licitações.
Inquérito 2715 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral.
Inquérito 2710 – crimes contra a Lei de Licitações.
Inquérito 2735 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2743 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2746 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2823 – crimes contra a administração em geral e peculato

Urzeni da Rocha (PSDB-RR)
Inquérito 2464 – peculato, formação de quadrilha
Inquérito 2489 – formação de quadrilha, peculato
Inquérito 2766 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético/crimes contra a flora
Inquérito 2744 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético; autuado em 2008.

Márcio Junqueira (DEM-RR)
Inquérito 2703 – furto qualificado, estelionato

Senadores

Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR)
Inquérito 2595 – crime de contrabando ou descaminho

Romero Jucá (PMDB-RR)
Inquérito 2663 – captação ilícita de votos ou corrupção eleitoral

RIO GRANDE DO SUL (6)
Deputados

Eliseu Padilha (PMDB-RS)
Inquérito 2097 – crime contra a administração pública/ corrupção passiva.

Enio Bacci (PDT-RS)
Inquérito 2575 – crime de imprensa

Fernando Marroni (PT-RS)
Inquérito 2825 – crimes da lei de licitações

José Otávio Germano (PP-RS)
Inquérito 2808 – crime de competência de prerrogativa de função.
Inquérito 2842 – peculato

Luciana Genro (PSOL-RS)
Inquérito 2802 – calúnia
Inquérito 2803 – calúnia e difamação

Sérgio Moraes (PTB-RS)
Ação Penal 416 – crime de responsabilidade, durante gestão como prefeito
Ação penal 448 – crime de responsabilidade, durante gestão como prefeito

SANTA CATARINA (2)
Deputados

Décio Lima (PT-SC)
Inquérito 2851 – improbidade administrativa

Nelson Goetten (PR-SC)
Inquérito 2765 – estelionato, falsidade ideológica
Ação Penal 466 – crimes de responsabilidade
Ação Penal 479 – crime de responsabilidade

SÃO PAULO (20)
Deputados

Abelardo Camarinha (PSB-SP)
Ação Penal 417 – direito administrativo e direito público/meio ambiente
Ação Penal 441 – crime de responsabilidade (durante gestão em prefeitura)/crime da Lei de Licitações
Ação Penal 478 – crime contra a honra/crime de imprensa
Ação Penal 482 – injúria/crimes eleitorais
Inquérito 2503 – crime contra a honra/crimes de Imprensa
Inquérito 2624 – incêndio/quadrilha ou bando
Inquérito 2638 – crimes contra a ordem tributária.
Inquérito 2672 – injúria/difamação
Inquérito 2694 – crime da Lei de Licitações
Inquérito 2702 – crimes eleitorais. Corre em segredo de Justiça
Inquérito 2745 – crimes de responsabilidade durante gestão em prefeitura

Aline Corrêa (PP-SP)
Inquérito 2786 – formação de quadrilha ou bando, lavagem ou ocultação de bens, valores ou direitos e falsificação de documento público

Antonio Palocci (PT-SP)
Inquérito 2767 – formação de quadrilha ou bando, falsificação de documento público e peculato
Inquérito 2443 – refere-se a denúncia de formação de possível caixa 2 eleitoral com dinheiro proveniente de contrato de coleta de lixo de Ribeirão Preto

Beto Mansur (PP-SP)
Inquérito 2496 – crime contra a liberdade pessoal. Redução de pessoa a condição análoga à de escravo.
Inquérito 2519 – crimes praticados pro funcionários públicos contra a administração em geral.
Inquérito 2616 – crimes de responsabilidade, prefeito.
Inquérito 2688 – crimes de responsabilidade, crimes contra a Lei de Licitações

Bispo Gê Tenuta (DEM-SP)
Inquérito 2639 – improbidade administrativa

Celso Russomanno (PP-SP)
Ação Penal 427 – por crime contra o patrimônio/dano – redistribuído em 15/09/2009
Inquérito 1645 – crimes eleitorais – reautuado como ação penal em 13/10/2008
Ação Penal 504 – peculato/crime contra a administração pública.

Emanuel Fernandes (PSDB-SP)
Inquérito 2588 – crime de responsabilidade, durante gestão como prefeito

Fernando Chiarelli (PDT-SP)
Inquérito 2812 – difamação e injúria –
Inquérito 2814 – crimes contra a honra. A denúncia deste procedimento foi aceita no dia 28 de maio, portanto o Inquérito será convertido em Ação Penal e o parlamentar passará de indiciado a réu.
Inquérito 2832 – crimes contra a honra
Ação Penal 514 – crimes contra a honra
Ação Penal 519 – crime contra a hora

Jilmar Tatto (PT-SP)
Inquérito 2716 – crime contra a Lei de Licitações

João Paulo Cunha (PT-SP)
Ação Penal 470 (mensalão) – formação de quadrilha, crimes cometidos por funcionários públicos contra a administração em geral, lavagem ou ocultação de bens ou valores.
Inquérito 2245 – crime de lavagem ou ocultação de bens

Jorginho Maluly (DEM-SP)
Inquérito 2761- peculato e crime da lei de licitações.

José Genoino (PT-SP)
Ação Penal 470 (mensalão) – formação de quadrilha ou bando
Ação Penal 420 – crime de falsidade ideológica

José Mentor (PT-SP)
Inquérito 2329 – corrupção passiva

Márcio França (PSB-SP)
Inquérito 2516 – crimes de responsabilidade, desobediência; referente ao período de gestão enquanto prefeito
Inquérito 2708 – apropriação indébita previdenciária

Michel Temer (PMDB-SP)
Inquérito 2747 – crimes contra o meio ambiente e o patrimônio genético

Paulinho da Força (PDT-SP)
Ação Penal 421 – estelionato e concussão
Inquérito 2725 – crime de competência por prerrogativa de função. Este corre segredo de Justiça
Inquérito 2778 – crimes da Lei de Licitações
Inquérito 2839 – crimes da Lei de Licitações

Paulo Maluf (PP-SP)
Ação Penal 458 – crimes de responsabilidade durante gestão como prefeito
Ação Penal 461 – formação de quadrilha ou bando, crime contra o sistema financeiro nacional, crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores e competência. Corre em segredo de Justiça
Ação Penal 477 – crimes contra o sistema financeiro nacional/competência.
Ação Penal 483 – crime contra o sistema financeiro nacional/competência.
Inquérito 2471 – crime contra o sistema financeiro nacional/competência.
Inquérito 2791 – crimes contra a ordem tributária

Renato Amary (PSDB-SP)
Inquérito 2723 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral

Vadão Gomes (PP-SP)
Ação Penal 364 – emprego irregular de verbas ou rendas públicas.
Inquérito 2305 – apropriação indébita previdenciária e crimes contra a ordem tributária

Valdemar Costa Neto (PR-SP)
Ação Penal 470 (mensalão) – formação de quadrilha ou bando, crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral, crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores
Inquérito 2510 – sem assunto especificado. Corre em segredo de justiça
Inquérito 2722 – crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores e crimes eleitorais

SERGIPE (2)
Deputados

Jackson Barreto (PMDB-SE)
Ação Penal 357 – peculato
Ação Penal 376 – peculato – redistribuído em 15/09/2009
Ação Penal 377 – peculato
Ação Penal 431 – peculato – redistribuído em 15/09/2009
Ação Penal 488 – peculato.
Ação Penal 372 – crimes praticados por funcionários públicos contra a administração em geral
Inquérito 2247 – crimes de imprensa – PGR manifestou-se pela rejeição da queixa. Caso ainda será julgado pelos ministros
Inquérito 2629 – crimes eleitorais (boca de urna)

Jerônimo Reis (DEM-SE)
Inquérito 2614 – crime de responsabilidade/crime da lei de Licitações
Inquérito 2633 – crimes contra a honra/crimes de imprensa.

TOCANTINS (6)
Deputados

Eduardo Gomes (PSDB-TO)
Inquéritos 2721 – crime contra o meio ambiente e o patrimônio genético
Inquérito 2445 – crimes da Lei de Licitações

Lázaro Botelho (PP-TO)
Ação Penal 472 – crimes eleitorais – calúnia/difamação

Nilmar Ruiz (DEM-TO)
Inquérito 2732 – crime da Lei de Licitações.

Osvaldo Reis (PMDB-TO)
Inquérito 2274 – formação de quadrilha ou bando, crimes contra a ordem tributária, crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores. Corre em segredo de justiça.

Senadores

João Ribeiro (PR-TO)
Inquérito 2131 – Redução a condição análoga à de escravo
Ação Penal 399 – peculato
Inquérito 2274 – formação de quadrilha ou bando, crime contra a ordem tributária nacional e lavagem de bens, direitos ou valores

Leomar Quintanilha (PMDB-TO)
Inquérito 2274 – formação de quadrilha ou bando, crimes contra ordem tributária, crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos ou valores
Licenciado.

Fonte: Congresso em Foco, com base em informações do STF
http://congressoemfoco.ig.com.br/noticia.asp?cod_canal=21&cod_publicacao=29847

Lembrando que os políticos citados estão apenas respondendo processos, porém não foram declarados culpados, uma vez que os processos ainda estão em julgamento.

Por: Luan Holanda (realizador da postagem)

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Diplomacia combalida

Posted on 27 de outubro de 2009. Filed under: Notícias Internacionais, Notícias Nacionais, Política Internacional, Política Nacional | Tags:, , , |

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil (MRE), também conhecido como Itamaraty, é um órgão do Poder Executivo, responsável pelo assessoramento do Presidente da República na formulação, desempenho e acompanhamento das relações do Brasil com outros países e organismos internacionais.
O Itamaraty foi criado em 28 de julho de 1736, e tem como função exercer as tarefas clássicas da diplomacia: representar, informar e negociar. O atual Ministro das Relações Exteriores é o paulista Celso Amorim.
Em geral, o Itamaraty é conhecido pela sua integridade em negociações e acordos internacionais, fator fundamental para que funcione como um interlocutor de seus parceiros, de forma a consolidar uma política externa regular.
Tradicionalmente, o Brasil adota uma postura mais conservadora de diplomacia, não interferindo em assuntos internos de outros países e respeitando as decisões destes.
No entanto, esta postura vem sendo ignorada nos últimos tempos. O Brasil está optando por adotar um comportamento diplomático mais atuante, que é por muitas vezes questionado, pelo fato de que nosso país está quebrando sua tradição e, assim, interferindo em assuntos internos de países que estão passando por momentos conturbados.
No último mês foi manchete em todos os jornais brasileiros o caso da deposição de Manuel Zelaya em Honduras. O governo brasileiro, demonstrando profundo desconhcecimento da realidade em Honduras, acolheu o presidente deposto, constitucionalmente, Manuel Zelaya em sua embaixada em Tegucialpa, capital hondurenha.
Vejamos o artigo 239 da Constituição de Honduras:
Estabelece o artigo 239:
“O cidadão que tenha desempenhado a titularidade do Poder Executivo não poderá ser presidente ou indicado. Quem transgredir essa disposição ou propuser a sua reforma, assim como aqueles que o apoiarem direta ou indiretamente, perderão imediatamente seus respectivos cargos e ficarão inabilitados por dez anos para o exercício de qualquer função pública”.
Zelaya, inquestionavelmente, feriu este artigo ao tentar convocar uma consulta através de um referendo que colocava em pauta reeleições ilimitadas para o cargo de presidente, e por isso ele foi deposto constitucionalmente.
O artigo 272 confere às Forças Armadas, na prática, o papel de executoras da medida. Seguindo ainda outros dispositivos constitucionais, Roberto Micheletti assumiu, legal e legitimamente, a Presidência da República, com o apoio da Justiça e do Congresso.
Entretanto, o governo brasileiro deu apoio a um caudilho violador da Constituição de seu país. Não entendo como o Itamraty não saiba que as Constituições não possuem caráter universal, sim não sabe, pois agiu como se a Constituição Hondurenha fosse igual à brasileira. Na verdade, isto foi uma verdadeira gafe da política de Relações Exteriores do Brasil.
Além do mais, este não era um assunto para o Palácio do Planalto se envolver, pois é uma situação bem peculiar aos hondurenhos. O Brasil não só se envolveu como emprestou sua embaixada para servir de palanque para Zelaya, que fez discursos da sacada do prédio que é legitimamente território brasileiro.
As gafes na política de Relações Exteriores do Brasil não se resumem à Honduras. Temos mais outros diversos exemplos.
Em 2006, Evo Morales nacionalizou as refinarias de gás natural da Petrobras e o governo brasileiro defendeu os bolivianos, citando que eles têm direito sobre seus recursos naturais e vendeu-lhes as refinarias a preço de banana.
Em 2008, o presidente paraguaio Fernando Lugo impôs que o Brasil deveria pagar mais pela energia produzida pela Hidrelétrica de Itaipu. O Brasil aceitou calado e, simplesmente, rasgou o tratado de 1973 e passou a pagar mais caro pela eletricidade produzida na parte paraguaia de Itaipu.
Também em 2008, o presidente Rafael Correa do Equador se sentiu no direito de expulsar a construtora Odebrecht de seu país, se apossou dos bens da empresa, e ainda pede uma indenização de 250 milhões de dólares. O Itamaraty nada fez. Aliás, fez sim abandonou a empresa brasileira, a qual cumpria com seus contratos com legitimidade.
Nas relações com a Argentina, o governo Lula viu os nossos vizinhos claramente erguerem barreiras protecionistas contra as exportações brasileiras, o que ocasionou numa perda em torno de 1,5 bilhão de dólares para o Brasil. E onde está o Mercosul?
Neste ano, foi reeleito no Irã o presidente Mahmoud Ahmadinejad numa eleição bastante conturbada com inúmeras suspeitas de fraude. O povo iraniano foi às ruas protestar e sabe que Lula disse? O presidente brasileiro condenou as manifestações de cunho democrático e para aumentar o ato desastroso, convidou Ahmadinejad a visitar o Brasil.
Outro caso em que o governo se posicionou incoerentemente foi na eleição para diretor-geral da Unesco, mês passado. Lula apoiou o candidato egípcio fracassado Farouk Hosny, o qual é ministro a mais de vinte anos em uma ditadura, além de ser antissemita.
Diante de tantas gafes, fica clara a política desconexa de diplomacia no Brasil. As atitudes do MRE não são mais compatíveis com o interesse nacional, e movidas apenas por vaidade. Ou será por Chávez?

Por: Luan Holanda

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José Serra volta a crescer em pesquisa Ibope

Posted on 26 de outubro de 2009. Filed under: Notícias Nacionais, Política Nacional | Tags:, , , , , , , |

O Instituto Ibope ouviu 2002 pessoas entre os dias 1 e do corrente mês. A pesquisa mostra que o governador José Serra, de São Paulo, voltou a atingir a casa dos 40%.
A pesquisa nacional montou dois cenários: um com Serra como candidato e outro com Aécio.
CENÁRIO 1

José Serra (PSDB) – 41%

Dilma Rousseff (PT) – 17%

Ciro Gomes (PSB) – 16%

Marina Silva (PV) – 9%

Branco/Nulo – 9%

Não sabe ou não respondeu – 8%

CENÁRIO 2

Ciro Gomes (PSB) – 26%

Aécio Neves (PSDB) – 19%

Dilma Rousseff (PT) – 19%

Marina Silva (PV) – 11%

Branco/Nulo – 14%

Não sabe ou não respondeu – 11%

A intenção de voto em Serra é maior entre as mulheres (43%), entre os mais jovens (44%), entre as pessoas de menor escolaridade (45%) e entre as de renda mais elevada (43%).
Por região, a preferência por ele é mais acentuada no Sudeste (45%) e no Sul (48%), sobretudo nos municípios do interior (45%) e os de menor porte (45%).
Cerca de 40% dos que consideram o governo Lula “ótimo” ou “bom” manifestaram a intenção de votar em Serra.
O Ibope também fez simulações de segundo turno.
CENÁRIO 1 (Segundo turno)

José Serra (PSDB) – 54%

Dima Russef (PT) – 27%

CENÁRIO 2 (Segundo turno)

José Serra (PSDB) – 56%

Ciro Gomes (PSB) – 39%

Fica claro então, com estes números, o favoritismo do governador José Serra que lidera as duas mais prováveis possiblidades de segundo turno. Porém, quando o Ibope simula Aécio na vaga de Serra, o PSDB é ultrapassado nas duas hipóteses como podemos ver nos cenários 3 e 4:
CENÁRIO 3 (Segundo turno)

Dilma Russef (PT) – 36%

Aécio Neves (PSDB) – 32%

CENÁRIO 4 (Segundo turno)

Ciro Gomes (PSB) – 39%

Aécio Neves (PSDB) – 29%

Contra Dilma, a vantagem de Serra cai para 16% no Nordeste (49% a 33%) e sobe para 36% no Sudeste (59% a 23%) e para 41% no Sul (63% a 22%).
No Nordeste, a diferença entre Serra e Ciro se reduz para 12% (44% a 32%). Mas no Sudeste cresce para 38% (58% a 20%) e no Sul para 36% (60% a 24%).
Entre os possíveis candidatos à sucessão presidencial, Serra é o mais conhecido. Dos entrevistados, 72% responderam que o conhecem “bem” ou “mais ou menos” – contra 61% que disseram o mesmo de Ciro, 45% de Dilma e 23% de Marina.
Serra tem o mais baixo índice de rejeição entre os possíveis candidatos. Apenas 21% dos entrevistados disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Esse percentual é de 29% no caso de Ciro, 34% no de Dilma, 32% no de Aécio e 36% no de Marina.

Por: Luan Holanda

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19 deputados sucumbem às pressões do governo, mas não impedem a instalação da CPI do MST

Posted on 22 de outubro de 2009. Filed under: Notícias Nacionais, Política Nacional | Tags:, , , |

Os deputados tem até a meia-noite de hoje, 22 de outubro, para retitarem suas assinaturas da CPI do MST que está sendo instalada na Câmara. Os governistas demonstraram não querer a tal CPI e poucos assinaram-a, entretanto os mesmos deverão indicar 26 dos 36 nomes que irão compor a comissão.
O governo pressionou até o final para que seus aliados retirem suas assinaturas. Destarte, 19 deputados sucumbiram às pressões governistas e retiraram seus nomes.
Ressalto que o Planalto não queria a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito, será receio do resultado que ela mostrará para a sociedade brasileira?
A acusação é de um suposto repasse de R$ 115 milhões a ONGs ligadas ao MST. Fato que precisa ser investigado e nada melhor que uma CPI para apurar os fatos.
É bom lembrar que o MST na semana retrasada indignou grande parte da população brasileira ao invadir e destruir de uma maneira irresponsável milhares de pés de laranja na fazenda da Cutrale, em Borebi-SP.
Para não passar em branco divulgo aqui o nome dos 19 deputados que cederam aos apelos do governo federal, até porque a grande finalidade da criação deste blog é justamente esta de denunciar à população fatos políticos como este, cabendo a ela julgar.
Eis os nomes:
1. Aelton Freitas (PR-MG)
2. Antonio Cruz (PP-MS)
3. Charles Lucena (PTB-PE)
4. Dr. Nechar (PP-SP)
5. Eduardo da Fonte (PP-PE)
6. Fernando Chiarelli (PDT-SP)
7. Francisco Rossi (PMDB-SP)
8. Geraldo Thadeu (PPS-MG)
9. João Carlos Bacelar (PR-BA)
10. João Magalhães (PMDB-MG)
11. Jurandil Juarez (PMDB-AP)
12. Léo Alcântara (PR-CE)
13. Luciano Castro (PR-RR)
14. Marcelo Teixeira (PR-CE)
15. Marcio Reinaldo Moreira (PP-MG)
16. Tonha Magalhães (PR-BA)
17. Vilson Covatti (PP-RS)
18. Vinícius Carvalho (PTdoB-RJ)
19. Wellington Roberto (PR-PB)

Destaque para os cearenses Léo Alcântara e Marcelo Teixeira, ambos do PR.
Aos 19, não seria melhor eles terem ficado contra assumidamente desde o começo? Assim eles não teriam que passar por esta constrangedora situação de ter de retirar suas assinaturas, em um ato de clara reação às pressões impostas pelo Planalto.
População fique de olho nestes nomes!

Por: Luan Holanda

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Assim como os velhos coronéis…

Posted on 16 de outubro de 2009. Filed under: Política Nacional | Tags:, , , , , , , , |

Não é de agora que o ilustre deputado Ciro Ferreira Gomes pretende chegar à Presidência da República. O político cearense alimenta este sonho já há um bom tempo.
Em 1998 Ciro Gomes se candidatou pela primeira vez e ficou no terceiro lugar perdendo para FHC e Lula.
No ano de 2002, Ciro se candidatou ao cargo máximo eletivo no Brasil mais uma vez. No começo ele até ia bem em suas campanhas. Afinal qual o brasileiro que não gosta de um discurso demagogo moralista? Indubivitavelmente, Ciro tem uma incrível retórica, talvez por isso ele consigue ter bons resultados nas pesquisas de intenção de voto. Entretanto, o candidato governista, José Serra, percebeu que Ferreira Gomes era ameaçador às suas pretenções políticas e adotou uma postura de ataque ao cearense. Logo veio à tona o verdadeiro temperamento de Ciro Gomes. O mesmo começou a se exaltar de uma maneira nada plausível, demonstrando não ter um perfil de uma pessoa preparada para assumir a Presidência da República, cargo que exige paciência, sensatez e uma boa flexibilidade política.
Pois é, logo a população brasileira percebeu esta escancarada despreparação e o cearense começou a despencar nas pesquisas e acabou por tendo que se contentar com o obscuro quarto lugar no resultado das eleições, longe das expectativas que ele alimentava.
Atualmente Ciro é deputado federal com uma má vontade fora do comum. Ele é um dos parlamentares mais ausentes na Câmra dos Deputados. É bom lembrar que ele se candidatou ao cargo de deputado federal apenas para livrar o seu partido, o PSB, de não atingir o coeficiente eleitoral necessário, caso se isto não acontecesse o PSB passaria a receber uma verba inferior a dos outros partidos que atingissem a tal meta. O partido conseguiu, sendo que ele foi um dos grandes reponsáveis pela marca. Só para escalarecer, Ciro sabia que se candidatando a deputado, seria muito bem votado, assim ajudaria essencialmente o PSB a alcançar o coeficiente desejado e foi o que aconteceu.
Reintero que seu temperamento explosivo, o qual torna-se a ser patético, é sua grande peculiaridade. Exemplo disso podemos ver nestes três vídeos que disponho abaixo a vocês:

É amigos, as imagens são fortes e denunciam um destemperamento anormal.
No primeiro vídeo, Ciro ataca ferozmente a candidatura de Lúcio Alcântara, citando um horrível palavrão em público, ele estava irritado pelo fato de Lúcio ter tornado público as irregularidades encontradas pela CGU na administração dele quando governador.


Neste segundo vídeo, o político cearense se irrita com vaias de correligionários do candidato da situação da cidade de Carnaubal-CE. O deputado que apoiava o candidato da oposição foi a Carnaubal apresentar o novo postulante ao cargo de prefeito ano passado, pois a candidatura do outro indicado havia sido impugnada. O político, dando uma de “machão”, postura típica dos antigos coronéis partiu para o braço contra os cidadãos.


Neste último vídeo, o descontrolado mais uma vez é provocado e não sabe se conter. Ele perde a compostura, após um grupo de pessoas simpatizantes do candidato adversário na cidade de Mombaça-CE o insultá-lo. Mais uma vez, Ciro Gomes parte para a briga com as pessoas.

Agora me respondam, caro leitores, como um homem deste pode ser um Presidente da República?
Ele nem mesmo consegue conter o seu ânimo e resolve as situações embaraçosas de uma maneira selvagem.
É bom lembrar que Ferreira Gomes já desrespeitou ridiculamente o Ministério Público, órgão sério do poder judiciário brasileiro, citando palavrões e frases de baixo calão, este episódio aconteceu na conjuntura da farra das passagens aéreas, da qual ele participou. O último acontecimento político de Ciro foi abandonar o Ceará, para asssumir residência política em São Paulo. Ele esqueceu do povo cearense que ingenuamente nele acredita e passou a ser agora, perante à lei, um político paulista.
Vale salientar, que Ciro Gomes é visto como a segunda opção de Lula para a sucessão presidencial no próximo ano. O presidente tentará fazer um palanque duplo, para assim tentar tirar o máximo possível de votos do candidato oposicionista, que deverá ser Serra ou Aécio.

Por: Luan Holanda

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IDH brasileiro estagnado

Posted on 8 de outubro de 2009. Filed under: Notícias Nacionais, Política Nacional | Tags:, , |

Nesta segunda-feira (5), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) divulgou o novo ranking do IDH, com base em informações do ano de 2007. O Brasil cresceu(de 0,808 para 0,813), porém pemaneceu estancado na 75° posição, fato que pertubou, de fato, o discusso eufórico petista.
Na última classificação, o Brasil havia ficado na 70° posição, ou seja, nosso país caiu cinco lugares no ranking. Entre 2000 e 2007 a taxa média de crescimento do IDH brasileiro foi de 0,41% ao ano, o que equivale apenas a um quarto do crescimento do país nos cinco anos anteriores. Vale salientar que, no governo FHC, o Brasil obteve um crescimento médio de pouco mais de 1% ao ano.
Como se não se bastasse, o Brasil figura entre os dez países mais desiguais do mundo.
Outro número alarmante em relação ao nosso país é o fator do crescimento econômico entre os anos de 2003 a 2009, o qual segundo os dados levantados pelo PNAD foi relativamente baixo.
O PIB brasileiro ficou na 14° posição entre os países da América Latina. Eis a lista (PIB acumulado de 2003 a 2009):
1- Argentina 63,58%
2- Panamá 57,19%
3-Uruguai 51,87%
4-Venezuela 50,89%
5-Peru 49,23%
6-Costa Rica 41,31%
7-Colômbia 38,71 7%
8- República Dominicana 38,55%
9- Honduras 38,37 9%
10- Equador 34,02%
11- Chile 32,59 %
12- Paraguai 30,67%
13- Bolívia 29,33%
14- Brasil 26,44%
15- Guatemala 26,24%
16- Nicarágua 23,84%
17- El Salvador 21,00%
18- México 19,35%
Depois desta breve análise destes índices, percebemos que está mais do que clara a necessidade do realizamento de políticas públicas inteligentes no Brasil. O povo brasileiro precisa urgentemente de respostas do governo federal para temas com a reforma tributária, a reforma previdenciária e a eficiência da escola pública.
Quero saber se agora o governo federal vai comemorar, como comemorou com a vitória do Rio 2016. Mas também não precisa chorar, o que o povo brasileiro quer é ação!

Por: Luan Holanda

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